Ovo ou a galinha
"Só vamos pensar em mexer nos compulsórios depois que os bancos privados reduzirem os spreads", condicionou hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Os bancos, por sua vez, afirmam que só com redução dos compulsórios e da cunha fiscal os spreads bancários vão cair de verdade.
A queda da Selic, como se pode notar, teve efeito pífio nesse sentido.
Quem vai queimar a língua? Não se sabe.
O problema é que, nessa briga, quem sai perdendo é o tomador. E a expansão do crédito na economia.

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