segunda-feira, outubro 23, 2006

Quiçá, quiçá, quiçá

Das três demandas que a Andima apresentou ao governo para melhorar a eficiência do mercado de capitais (isenção do IOF nas operações de curto prazo, revisão do IR sobre os rendimentos periódicos nas debêntures e isenção de IR para as operações de estrangeiros com títulos privados), apenas a revisão do IR sobre os rendimentos periódicos tem chances de andar ainda este ano.

Sobre o IOF de curto prazo, a entidade ouviu do governo que "não se tratava de uma prioridade no curto prazo". No caso da isenção de IR para os estrangeiros nos títulos privados, a resposta foi de que não existe a intenção de avaliar o tema neste ano.

Como ainda não houve posição oficial sobre o IR nos rendimentos períodicos, a entidade acredita que ele tenha chances de sair. Por enquanto, o principal empecilho vem da Receita, que alega que seria difícil fazer o controle sobre os bancos.

A conferir.