Quiçá, quiçá, quiçá
Das três demandas que a Andima apresentou ao governo para melhorar a eficiência do mercado de capitais (isenção do IOF nas operações de curto prazo, revisão do IR sobre os rendimentos periódicos nas debêntures e isenção de IR para as operações de estrangeiros com títulos privados), apenas a revisão do IR sobre os rendimentos periódicos tem chances de andar ainda este ano.
Sobre o IOF de curto prazo, a entidade ouviu do governo que "não se tratava de uma prioridade no curto prazo". No caso da isenção de IR para os estrangeiros nos títulos privados, a resposta foi de que não existe a intenção de avaliar o tema neste ano.
Como ainda não houve posição oficial sobre o IR nos rendimentos períodicos, a entidade acredita que ele tenha chances de sair. Por enquanto, o principal empecilho vem da Receita, que alega que seria difícil fazer o controle sobre os bancos.
A conferir.
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