Injustiça, ainda que tardia
A confusão gerada pelas declarações do ex-economista chefe da Febraban, Roberto Troster, que levaram à sua demissão da entidade, mostram o quão delicada anda a relação entre o sistema financeiro e o Ministério da Fazenda.
Como a Fazenda tem o poder da caneta, o presidente da Febraban, Márcio Cypriano, não teve dúvidas em demitir o economista.
É uma coisa triste do Brasil: as instituições privadas não têm liberdade para dizer o que pensam, sob o risco de uma punição discricionária. Pois, tenham certeza, todo mundo na Febraban concordava com a opinião de Troster.
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